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Partido Missão pede ao STF acesso a dados sob sigilo em casos do INSS e fake news

Legenda afirma que a divulgação de documentos ampliaria a transparência antes das eleições e permitiria avaliação dos eleitores.

Partido Missão pede ao STF acesso a dados sob sigilo em casos do INSS e fake news
Foto: Reprodução/JN/Globo

O Partido Missão pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a retirada do sigilo de informações ligadas ao escândalo do INSS e ao inquérito das fake news. A legenda afirma que documentos relacionados aos dois casos devem ser disponibilizados à sociedade, especialmente diante da proximidade das eleições.

A medida foi anunciada por Renan Santos, candidato do partido à Presidência da República. Ele declarou que o pedido referente ao INSS busca tornar públicos os elementos ainda protegidos por sigilo. “Tudo o que envolve o escândalo do INSS precisa vir à tona”, afirmou.

Pedido também envolve investigação no Supremo

O partido também solicitou acesso a documentos de interesse público associados ao inquérito das fake news, que tramita no STF. A legenda sustenta que a sociedade deve conhecer informações sobre a atuação de agentes políticos, do Judiciário e do setor empresarial nos casos mencionados.

Renan comparou a iniciativa à divulgação de dados relacionados ao caso Banco Master e disse que o acesso às informações seria necessário para que os eleitores formassem sua própria avaliação antes de votar. Na declaração, ele citou a participação de Luiz Inácio Lula da Silva e de Flávio nos escândalos.

O candidato afirmou ainda que a equipe jurídica do Partido Missão já tomou as providências para buscar a divulgação dos dados. “Nosso advogado entrou em ação. Logo mais teremos respostas a tudo isso”, concluiu.

De acordo com a legenda, a solicitação ao Supremo pretende ampliar a transparência sobre os casos e permitir que conteúdos atualmente sob sigilo sejam conhecidos pela sociedade.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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