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Eleição na Suécia pode levar extrema-direita ao governo pela primeira vez

Ulf Kristersson e Magdalena Andersson disputam o comando do governo em uma eleição marcada pelo avanço dos Democratas Suecos.

Eleição na Suécia pode levar extrema-direita ao governo pela primeira vez

Os eleitores da Suécia escolhem neste domingo um novo parlamento em uma disputa apertada entre dois blocos políticos. O resultado pode ampliar a influência dos Democratas Suecos, partido de extrema-direita que já apoia o governo minoritário do primeiro-ministro Ulf Kristersson e pode participar oficialmente do Executivo após a eleição.

Kristersson busca um novo mandato à frente de uma coalizão formada pelo Moderado, pelos Democratas Cristãos e pelos Liberais. Embora esses partidos integrem o governo, a sustentação parlamentar depende dos Democratas Suecos, que vêm ganhando espaço na política do país.

A principal adversária é Magdalena Andersson, líder dos Social-Democratas e antecessora de Kristersson no cargo de primeira-ministra. As pesquisas indicam uma disputa muito equilibrada entre os dois blocos.

Kristersson admitiu a possibilidade de formar uma coalizão governamental com participação direta dos Democratas Suecos. Se isso ocorrer, o partido de extrema-direita ocupará pela primeira vez postos no governo, consolidando sua influência na definição da agenda política sueca.

Cerca de oito milhões de cidadãos estão aptos a votar na Suécia, que tem cerca de 10,6 milhões de habitantes. Mais de metade dos eleitores já votou antecipadamente, em um país onde a participação eleitoral tradicionalmente permanece em níveis elevados.

As seções eleitorais funcionam das 8h às 20h, no horário local. Duas pesquisas de boca de urna devem ser divulgadas logo após o encerramento da votação, enquanto resultados parciais mais confiáveis são esperados algumas horas depois.

Além da definição de quem comandará o governo, o desempenho dos Democratas Suecos será um dos principais pontos da noite eleitoral. O resultado indicará se um eventual crescimento da extrema-direita será convertido em participação formal no próximo governo.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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