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Mário Frias nega irregularidades após operação da PF sobre filme

Deputado afirmou que a ação é uma “cortina de fumaça” e disse que entregará documentos às autoridades.

Mário Frias nega irregularidades após operação da PF sobre filme

O deputado federal Mário Frias (PL-SP) negou irregularidades relacionadas ao financiamento do filme “Dark Horse” e classificou como “cortina de fumaça” a operação da Polícia Federal que investiga o caso. Ele afirmou que a investigação será arquivada e disse que entregará todos os documentos às autoridades.

A Operação Make Up foi deflagrada nesta quinta-feira para apurar suposto desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares destinadas à produção do filme por meio de termo de fomento. Karina Gama e Mário Frias, produtor executivo de “Dark Horse”, foram alvos da ação.

Ao todo, foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão, expedidos por Dino, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Distrito Federal.

Emenda parlamentar

Frias declarou que a apuração envolve uma emenda de R$ 2 milhões destinada a um projeto esportivo e a outro de letramento digital. Segundo o deputado, os recursos seriam usados para tirar crianças da rua e contribuir para o desenvolvimento intelectual de crianças, jovens e adolescentes.

Ele afirmou que o dinheiro não passa pelas mãos do parlamentar. Conforme sua explicação, os recursos seguem do Tesouro para o órgão executor, que aprova previamente um plano de trabalho e fiscaliza a prestação de contas.

Frias também disse que sua defesa ainda não teve acesso ao inquérito. “Como pode se defender de uma acusação sem ler?”, questionou.

Investigação da Polícia Federal

Em comunicado, a Polícia Federal afirmou que as apurações indicam a existência de uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados. O grupo é suspeito de direcionar valores para empresas subcontratadas de maneira irregular, sem comprovação da prestação dos serviços contratados.

A corporação informou que as tentativas de dissimular os desvios teriam se estendido até julho deste ano. Levantamentos financeiros identificaram movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas investigadas.

A operação apura suspeitas de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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