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Compra de carro em dinheiro vivo entra em investigação sobre filme Dark Horse

A PF identificou o pagamento integral em espécie de um BYD comprado por Karina Ferreira da Gama, alvo da Operação Make Up.

Compra de carro em dinheiro vivo entra em investigação sobre filme Dark Horse
Foto: reprodução

A empresária Karina Ferreira da Gama, dona da GoUp Entertainment, comprou um BYD Song Plus 1.5 por R$ 102.190,00, com pagamento integral em dinheiro vivo. A transação foi identificada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e consta da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou uma operação contra a empresária, o deputado Mário Frias e outros investigados.

A compra ocorreu em 13 de janeiro do ano passado, na CMD BD Comércio de Automóveis, concessionária localizada em São Paulo. O pagamento foi citado pela Polícia Federal (PF) na decisão judicial. “Motivou a comunicação o fato de a compra ter sido paga com valores totais em espécie”, diz um trecho do documento.

Investigação sobre o filme

A PF deflagrou nesta quinta-feira, 10, a Operação Make Up para investigar suposto desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares destinadas à produção de Dark Horse por meio de termo de fomento.

Karina Gama e Mário Frias, produtor executivo do filme, estão entre os alvos. A operação cumpre 49 mandados de busca e apreensão, expedidos por Dino, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Distrito Federal.

A corporação informou que as apurações indicam a existência de uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados. O grupo é suspeito de direcionar valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular, sem comprovação da prestação dos serviços contratados.

De acordo com a PF, as tentativas de dissimular os desvios teriam continuado até julho deste ano. Levantamentos financeiros também identificaram movimentações da ordem de centenas de milhões de reais entre empresas que integram o esquema investigado.

A Operação Make Up apura possíveis crimes de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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