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Correios pedem ao TST que greve seja considerada abusiva

Estatal também solicitou a continuidade dos serviços enquanto negocia reajuste salarial e outras reivindicações com os trabalhadores.

Correios pedem ao TST que greve seja considerada abusiva

A direção dos Correios pediu ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) que declare abusiva a greve dos funcionários e determine, com urgência, a continuidade dos serviços. A paralisação começou na quinta-feira à noite, após a falta de acordo sobre o reajuste salarial.

O TST já vinha tentando mediar as negociações, mas não houve acordo. Com o impasse, a corte deverá arbitrar tanto o aumento dos salários quanto as cláusulas sociais reivindicadas pela categoria.

Representantes do movimento sindical afirmam que houve avanço na proposta de reajuste de 4,35%, retroativo a agosto deste ano. Ainda permanecem divergências sobre outras demandas, principalmente o plano de saúde.

Medidas durante a paralisação

Os Correios informaram que reforçaram a operação para manter os serviços em todo o país e reduzir possíveis impactos da greve. A rede de atendimento, segundo a estatal, continua aberta ao público.

Entre as ações adotadas estão a mobilização de empregados administrativos para apoiar as atividades operacionais, o remanejamento de veículos e a realização de mutirões para preservar o fluxo logístico.

A empresa também afirmou que a paralisação ocorre durante um período sensível para sua situação econômico-financeira. Os Correios negociam com um grupo de bancos um empréstimo de R$ 7 bilhões, que integra o processo de reestruturação da estatal e deve contar com garantia do Tesouro Nacional.

A direção teme que a greve afete a qualidade dos serviços e os planos da empresa. Em nota, informou que mantém o foco na redução de despesas, no aumento da eficiência, na modernização da operação e na geração de novas receitas.

Para situações específicas, os clientes podem buscar atendimento pelos telefones 4003-8210 e 0800-881-8210 ou pelos canais digitais da empresa.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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