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NHTSA investiga certificação do Cybercab após início da operação em Austin

Agência dos EUA quer analisar os dados usados pela Tesla para certificar o táxi autônomo sem volante e pedais.

NHTSA investiga certificação do Cybercab após início da operação em Austin
Foto: Andrej Sokolow/picture alliance/Getty Images

A agência federal de segurança viária dos Estados Unidos abriu uma investigação sobre o Cybercab, táxi autônomo da Tesla que começou a operar comercialmente em Austin, no Texas. O veículo não tem volante nem pedais.

A apuração foi anunciada nesta sexta-feira, 4, poucas horas depois do início do serviço. A National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) informou que pretende examinar “o processo e os dados técnicos nos quais a Tesla se baseou para certificar o Cybercab, assim como os problemas relacionados”.

As regras federais dos Estados Unidos exigem que veículos usados comercialmente tenham volante e pedais, salvo quando recebem uma isenção. A Tesla não solicitou esse tipo de autorização. Ainda assim, a empresa comunicou à agência que havia certificado o cumprimento de todas as normas aplicáveis ao modelo.

Operação e registros

A Tesla afirmou que pretende ampliar o serviço para mais veículos e localidades. A empresa também destacou a segurança do Cybercab e sua facilidade de uso por pessoas com deficiência, além de dizer que o veículo está “democratizando o transporte limpo para todos”.

A fabricante já oferecia em Austin um serviço de táxis autônomos com SUVs Model Y e depois levou a operação para cidades do Texas, da Flórida e da Califórnia. Em muitos desses locais, as normas estaduais exigem a presença de um supervisor humano capaz de assumir a direção.

Até esta quarta-feira, havia 314 táxis autônomos da Tesla registrados no Texas, incluindo 45 Cybercabs, conforme dados do Departamento de Veículos Motorizados do estado compilados pela FSD Database. A Waymo, empresa de veículos autônomos da Alphabet, matriz do Google, oferece serviços em 11 cidades americanas.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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