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Decisão do STF cita seis relatórios e afasta comando da PF preventivamente

André Mendonça determinou apurações penal e administrativo-disciplinar sobre a atuação de diretores da Polícia Federal.

Decisão do STF cita seis relatórios e afasta comando da PF preventivamente
Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça deverá ser analisada pela segunda turma da Corte. Até essa avaliação, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, fica afastado preventivamente do cargo.

O caso envolve relatórios de inteligência atribuídos à Polícia Federal durante a gestão de Rodrigues. Mendonça afirmou que os documentos teriam sido produzidos com irregularidades e “impropriedade técnica”. O conteúdo veio a público depois que o ministro Alexandre de Moraes retirou o sigilo de uma decisão relacionada ao Inquérito das Fake News.

Apuração na Polícia Federal

Além de Rodrigues, a determinação alcança a atuação de Leandro Almada da Costa, diretor de inteligência da corporação. A Corregedoria da PF deverá abrir procedimentos para investigar possíveis responsabilidades nas áreas penal e administrativo-disciplinar.

A decisão também estabelece que a unidade encaminhe ao ministro as medidas consideradas necessárias durante o andamento das apurações. Mendonça declarou ter sido alvo de “monitoramento sistemático” pela área de inteligência da Polícia Federal e mencionou a elaboração de ao menos seis relatórios.

Para o ministro, a situação envolve o monitoramento de um integrante do Supremo Tribunal Federal. Na decisão, Mendonça escreveu: “Trata-se de monitoramento ilícito de ministro da Suprema Corte do país, o que por si só revela a gravidade da situação”.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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