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Defesa de Távila Gomes diz que pedido sobre filho foi preventivo

Advogado afirma que influenciadora procurou a Justiça da Paraíba antes de usar a imagem do filho em campanhas nas redes sociais.

Defesa de Távila Gomes diz que pedido sobre filho foi preventivo
Foto: Instagram/Reprodução

A defesa da influenciadora Távila Gomes afirmou neste sábado (12/9) que ela procurou espontaneamente as autoridades da Paraíba para pedir orientação sobre o uso da imagem do filho, de dois anos, em conteúdos comerciais nas redes sociais. O advogado Victor Patriota negou que exista denúncia, investigação ou procedimento contra ela.

Távila é namorada de Iran de Santana Alves, conhecido como Luva de Pedreiro, com quem tem um filho. Na Justiça, ela pediu autorização para incluir a imagem da criança em publicações patrocinadas, campanhas publicitárias e programas de remuneração das plataformas digitais. A defesa sustentou que a participação seria apenas coadjuvante em postagens sobre a rotina familiar.

A 1ª Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba negou o pedido. O juiz Adhailton Lacet Correia Porto entendeu que a exposição contínua da intimidade da criança para gerar receitas publicitárias e engajamento comercial não se enquadra na exceção de representação artística prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Decisão e manifestação da defesa

A decisão classificou a prática como sharenting comercial e exploração econômica de incapaz. Também considerou que a autorização pretendida poderia legitimar uma relação de trabalho indireta e contínua, em desacordo com a proibição do trabalho infantil.

Na manifestação, a defesa afirmou que a iniciativa de Távila foi voluntária e preventiva e que não houve reconhecimento de ilicitude nem aplicação de penalidade. “não havia contra ela qualquer denúncia, investigação ou procedimento em curso”, diz a nota.

Os advogados também declararam que o caso envolve uma matéria nova no direito brasileiro. Segundo a nota, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, o Decreto nº 12.880/2026 e a Resolução CNJ nº 687/2026 entraram em vigor recentemente, sem interpretação uniforme sobre sua aplicação.

A defesa informou que adotará medidas processuais para tentar obter a autorização dentro dos parâmetros definidos pelo Judiciário. Távila afirmou, por meio da nota, que o bem-estar, a privacidade e o desenvolvimento do filho estão acima de interesses profissionais ou comerciais. O procedimento tramita sob segredo de justiça.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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