O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira, 7, que sua candidatura e a de aliados podem sofrer uma tentativa de interferência nas eleições de outubro. Sem apresentar detalhes, o senador disse que haveria uma “terceira facada” contra ele e seus aliados.
Durante ato na Avenida Paulista, Flávio declarou que faz campanha usando colete à prova de balas e afirmou estar disposto a proteger os eleitores. “Vão tentar uma terceira facada nos meus aliados, não só em mim”, disse. Na sequência, declarou que uma tentativa de interferência nas eleições não teria resultado e que seus apoiadores seriam mais fortes juntos.
Propostas para o Supremo
O candidato prometeu indicar cinco ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) caso seja eleito. Segundo Flávio, Alexandre de Moraes “vai cair”. Ele disse que escolheria homens e mulheres contrários ao aborto, às drogas e à ideologia de gênero nas escolas.
Entre os critérios citados pelo senador estão não perseguir adversários políticos e contribuir para recuperar a credibilidade do Supremo. Flávio também repetiu que haverá um Bolsonaro na Presidência e afirmou que governará inclusive para quem não votar nele.
Segurança pública
Flávio afirmou ainda que declarará guerra aos narcoterroristas. O candidato disse que o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) serão declarados organizações terroristas caso ele seja eleito.
Outra proposta apresentada foi manter ladrões de celular presos por, no mínimo, oito anos, com trabalho durante o período de detenção para pagar a própria estadia. Sobre esse tema, afirmou que será radical.
Ao final do discurso, o senador dirigiu uma mensagem ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que, conforme declarado no ato, cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. Flávio disse esperar que o pai se orgulhe dos brasileiros reunidos na Paulista em apoio a ele.








