A rejeição a Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu em 53%, enquanto a de Flávio Bolsonaro subiu para 55%, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 3 e 6 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Flávio tinha 53% na rodada anterior, realizada em 2 de setembro, e oscilou dois pontos para cima. Como a variação está dentro da margem de erro, o resultado não permite apontar, isoladamente, uma mudança consolidada na rejeição do senador. Lula repetiu o percentual registrado anteriormente.
Em uma simulação de segundo turno, os dois aparecem empatados numericamente, com 41% cada. No primeiro turno, Lula lidera com 36%, seguido por Flávio, com 29%. Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível, tem 45% de rejeição. Ronaldo Caiado aparece com 41%; Romeu Zema, com 39%; Renan Santos, com 29%; e Augusto Cury, com 26%.
Cury registra 8% no primeiro turno e ocupa a terceira posição nesse cenário. A pesquisa ressalta que uma rejeição menor não representa, por si só, potencial automático de crescimento, porque o grau de conhecimento dos candidatos também influencia o indicador.
Investigação do Banco Master
Esta foi a primeira rodada da Quaest realizada depois da divulgação de novos elementos da investigação do Banco Master envolvendo Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal. Os dados não indicam, até o momento, alteração expressiva na rejeição de Lula após as revelações.
O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-01720/2026. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.









