Política

Cury relaciona avanço em pesquisas a críticas sobre educação e reeleição de Lula

Candidato do Avante chegou a 10% na Quaest e afirmou que pretende discutir educação e outros indicadores com Luiz Inácio Lula da Silva.

Cury relaciona avanço em pesquisas a críticas sobre educação e reeleição de Lula

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou que pretende levar a Luiz Inácio Lula da Silva debates sobre educação e indicadores que considera problemáticos caso os dois se encontrem em um eventual segundo turno.

A declaração foi feita nesta sexta-feira (4), após um almoço com empresários em um evento promovido pelo Lide. Questionado sobre a possibilidade de avançar na disputa diante de Lula e Flávio Bolsonaro (PL), Cury disse: “Eu quero já eleger meu adversário no segundo turno: Lula da Silva.”

Desempenho nas pesquisas

A fala ocorreu depois de Cury registrar crescimento em levantamentos divulgados nesta semana. Pesquisa da Quaest, publicada na quarta-feira (2), apontou aumento de 2% para 10% nas intenções de voto em duas semanas. Com o resultado, ele aparece em terceiro lugar, ainda atrás de Flávio Bolsonaro, que tem 30%.

O Datafolha também indicou avanço do candidato no mesmo período, de 2% para 8%.

Educação e reeleição

Ao mencionar os assuntos que gostaria de discutir com Lula, Cury citou jovens que não trabalham nem estudam e a falta de formação técnica para muitos alunos do ensino médio. O candidato questionou como estudantes podem concluir os três anos dessa etapa sem uma formação técnica em áreas como informática, gestão de pessoas, enfermagem ou marketing digital.

Cury também criticou a intenção de Lula de disputar um quarto mandato na Presidência. Para o candidato do Avante, o atual presidente deveria deixar a disputa e permitir que outras pessoas dessem continuidade ao desenvolvimento do país.

“Eu sou uma pessoa pacífica, mas eu já elegi”, afirmou Cury, ao explicar a escolha de Lula como adversário desejado.

O candidato declarou ainda ser contrário à reeleição para a Presidência. Segundo ele, há outras pessoas capazes de continuar o desenvolvimento do país e a nação não pertence a uma única pessoa.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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