Política

Crise no STF altera intenção de voto de 4% dos entrevistados, diz Datafolha

Levantamento aponta que 85% não mudaram nem pretendem mudar a escolha para presidente após o caso envolvendo Moraes e Vorcaro.

Crise no STF altera intenção de voto de 4% dos entrevistados, diz Datafolha

A crise envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro teve efeito restrito sobre a intenção de voto para presidente, segundo pesquisa Datafolha. Entre os entrevistados, 85% disseram que o episódio não mudou nem deve mudar sua escolha.

Outros 7% afirmaram que mantiveram o candidato, mas passaram a ter dúvidas. A mudança de voto foi relatada por 4%, enquanto 4% não souberam responder.

As entrevistas foram realizadas de 8 a 10 de setembro, período em que o conflito no STF envolvia decisões relacionadas à Corte e à Polícia Federal. Vorcaro é ex-dono do Banco Master, e as relações dele com integrantes do tribunal passaram a integrar a crise.

Na simulação de segundo turno, Lula (PT) registrou 46% das preferências, e Flávio Bolsonaro (PL), 44%. Os percentuais repetem os resultados da rodada anterior.

Pergunta sobre André Mendonça

O levantamento também avaliou o impacto eleitoral do pedido de Moraes para investigar a atuação de André Mendonça na condução das apurações sobre o caso Master. Moraes usou relatórios de inteligência da Polícia Federal para levantar suspeitas sobre a conduta do colega.

Nesse cenário, 86% disseram que o episódio não alterou nem deve alterar o voto para presidente. Outros 7% mantiveram a escolha, mas ficaram em dúvida. Apenas 2% declararam ter mudado de candidato, e 4% não souberam responder.

O Datafolha entrevistou 2.002 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01833/2026.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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