Política

Candidatos usam caso Master em discursos e publicações de campanha

Lula atribuiu ao governo a prisão de Daniel Vorcaro; Caiado, Cury e Zema também comentaram a abertura das investigações.

Candidatos usam caso Master em discursos e publicações de campanha

A abertura dos dados das investigações do caso Master passou a ser usada por candidatos à Presidência em discursos e publicações de campanha. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) comentaram a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e os alvos dos escândalos.

Durante um comício em Curitiba, Lula relacionou Daniel Vorcaro à família Bolsonaro e atribuiu ao governo a prisão do banqueiro e o fechamento do banco. Ele também afirmou que Vorcaro teria aplicado um golpe de R$ 60 bilhões no país, envolvendo muitas pessoas. Ao longo da semana, o presidente vinha defendendo a abertura integral do sigilo.

O ministro André Mendonça determinou a divulgação dos dados após um pedido de Edson Fachin, presidente do STF. Em São Paulo, Fernando Haddad, candidato do PT ao governo do Estado, associou a medida à atuação de Lula. Durante a apresentação de seu programa para a saúde, Haddad defendeu que as informações fossem conhecidas antes da eleição, para que os eleitores pudessem formar sua decisão com base nos dados disponíveis.

Reações dos candidatos

Augusto Cury publicou que não se deve votar em quem está na agenda de Vorcaro e afirmou que a agenda do banqueiro se tornou um retrato do Brasil.

Ronaldo Caiado, internado por causa de uma pneumonia, gravou um vídeo no hospital. Ele classificou o episódio como o maior escárnio já visto na política brasileira e disse esperar que todos os envolvidos sejam identificados rapidamente. Caiado também afirmou ter pedido a retirada do sigilo de dados do INSS.

Romeu Zema divulgou no Instagram um vídeo com áudio gerado por inteligência artificial de uma conversa entre Fábio Faria, ex-ministro das Comunicações do governo de Jair Bolsonaro, e Vorcaro. O diálogo tratava de uma festa de Halloween organizada pelo banqueiro em São Paulo, em 2023. Faria teria ficado responsável por convidar políticos, entre eles Davi Alcolumbre e Rodrigo Pacheco.

Em Cabo Frio (RJ), Flávio Bolsonaro negou irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”, sobre seu pai, Jair Bolsonaro. Ele disse que o impacto da quebra do sigilo é zero e classificou os recursos obtidos com Vorcaro como resultado de uma relação privada para um filme privado.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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