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Putin retoma negociações sobre a Ucrânia com enviados de Trump em Moscou

Reunião no Kremlin durou mais de três horas e incluiu discussões sobre a guerra, economia e possíveis projetos entre Rússia e Estados Unidos.

Putin retoma negociações sobre a Ucrânia com enviados de Trump em Moscou

O presidente russo Vladimir Putin recebeu neste sábado, 5, no Kremlin, os enviados norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner para retomar as negociações sobre o fim da guerra na Ucrânia. A reunião durou mais de três horas, ocorreu a portas fechadas e foi considerada altamente útil por um assessor do Kremlin.

Yuri Ushakov, conselheiro de política externa de Putin, classificou o encontro como construtivo, franco e útil, mas não apresentou resultados específicos. Ele afirmou que Moscou expôs sua avaliação abrangente da situação no campo de batalha na Ucrânia.

As conversas, porém, não trataram apenas da invasão russa. “Questões econômicas e projetos conjuntos potencialmente grandes e mutuamente benéficos para a Rússia e os Estados Unidos foram discutidos em detalhes consideráveis”, disse Ushakov.

Suspensão de ataques

Enquanto as negociações avançavam, Putin e o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, concordaram em suspender ataques contra as capitais dos dois países. O porta-voz presidencial Dmitry Peskov afirmou que o presidente russo determinou a interrupção de ataques contra Kiev por três dias, a partir da meia-noite de sábado.

Zelenski declarou que a Ucrânia também estava preparada para suspender ataques contra Moscou até segunda-feira. “De agora até o final de sábado, bem como no domingo e na segunda-feira, a Ucrânia está pronta para se abster de ataques contra Moscou, e esperamos que os russos façam o mesmo em relação a Kiev”, disse.

Witkoff e Kushner são esperados em Kiev neste domingo. A última visita conhecida dos dois a Moscou ocorreu em janeiro, quando também se reuniram com Putin no Kremlin. Kushner é genro do presidente americano Donald Trump.

As forças russas lançaram os primeiros ataques contra a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022. Os esforços de Washington para encerrar os combates perderam força enquanto a atenção dos Estados Unidos esteve voltada, nos últimos seis meses, para a guerra com o Irã.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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