Economia

Juros futuros recuam com pesquisa eleitoral e curva perde inclinação

Taxas longas caem mais após pesquisa apontar empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em simulação de segundo turno.

Juros futuros recuam com pesquisa eleitoral e curva perde inclinação

As taxas dos juros futuros recuaram nesta terça-feira, com queda mais intensa nos vencimentos de longo prazo e achatamento da curva. O movimento ocorreu após pesquisa Quaest mostrar Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro numericamente empatados em uma simulação de segundo turno, ambos com 41% das intenções de voto.

O levantamento foi divulgado ontem e reforçou a avaliação de que aumentaram as chances de vitória da oposição na eleição de outubro. A reação foi observada no retorno dos negócios após o feriado de Independência no Brasil.

Por volta de 9h20, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 oscilava de 13,57%, no ajuste anterior, para 13,575%. O DI de janeiro de 2028 recuava de 13,58% para 13,565%.

Nos prazos mais longos, o DI de janeiro de 2029 caía de 13,855% para 13,815%, enquanto o contrato com vencimento em janeiro de 2031 passava de 14,095% para 14,03%.

Cenário externo

No exterior, os negócios registravam maior aversão a risco diante da forte alta do petróleo, que se aproximava de US$ 100 por barril. No mesmo horário, a taxa da T-note de dez anos avançava de 4,789% para 4,801%. A taxa do T-bond de 30 anos subia de 5,247% para 5,256%.

A pesquisa citada considera uma disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Lula é presidente, e Flávio Bolsonaro é senador pelo PL-RJ.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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