Economia

Petróleo se aproxima de US$100 enquanto mercados avaliam eleições e juros

Ataques no Golfo Pérsico impulsionam o petróleo, enquanto pesquisas eleitorais e decisões de bancos centrais entram no radar dos investidores.

Petróleo se aproxima de US$100 enquanto mercados avaliam eleições e juros

Investidores brasileiros retomam os negócios nesta terça-feira após o feriado de 7 de Setembro, atentos ao cenário eleitoral, ao petróleo e às decisões sobre juros no exterior.

Pesquisa da Quaest divulgada na véspera mostrou Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro empatados, com 41% das intenções de voto cada, em uma eventual disputa de segundo turno. Nesta terça, o levantamento BTG/Nexus indicou empate técnico entre os dois, mas Flávio apareceu numericamente à frente por um ponto percentual.

No mercado internacional, o petróleo Brent se aproximou de US$99 por barril e atingiu o maior nível em seis semanas. O movimento ocorreu após ataques dos houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, contra instalações de energia e cidades na Arábia Saudita. A ofensiva aumentou a preocupação com a possibilidade de expansão do conflito na região e com impactos no abastecimento global de combustíveis.

A inflação também segue pressionando os mercados acionários. A alta dos rendimentos dos títulos públicos, em máximas de vários anos, elevou a pressão sobre os bancos centrais para aumentar as taxas de juros.

O Banco Central Europeu deve elevar os juros da zona do euro em 0,25 ponto percentual na reunião de quinta-feira. Também cresceram as expectativas de que o Banco do Japão adote medida semelhante na próxima semana.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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