Brasil

Renan Santos pede saída de ministros do STF e chefes da PF e da PGR

Em ato no Parque Ibirapuera, candidato também defendeu novas investigações sobre o Banco Master e uma nova Constituição.

Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Renan Santos, do Missão, pediu nesta segunda-feira (7) o afastamento de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e de Paulo Gonet, procurador-geral da República. As declarações foram feitas durante um ato no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

As propostas estão reunidas em um manifesto apresentado no evento. O documento pede que as investigações sobre o Banco Master continuem e que sejam examinadas as condutas de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico, sem distinção. Renan afirmou: “Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”.

Críticas ao cenário político

No discurso, o candidato disse que a população demonstra pouca disposição para romper com práticas tradicionais da política. Ele classificou os brasileiros como habituados a tolerar erros e afirmou que o combate à corrupção teria sido deixado em segundo plano diante da defesa de políticos preferidos por seus eleitores.

Renan também declarou ter ficado assustado com a presença de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro nas primeiras posições das pesquisas eleitorais. Para ele, a escolha dos eleitores mostra uma comparação entre políticos acusados de roubo, em vez de uma cobrança por um país que considere decente.

O candidato atribuiu aos mais jovens maior preocupação com o futuro nacional e responsabilizou as gerações anteriores pela continuidade dos problemas do país. Também criticou a atuação de integrantes da Suprema Corte e disse que grupos políticos de esquerda e de direita mantêm disputas públicas enquanto compartilham, segundo sua avaliação, adversários e escândalos.

Nova Constituição e segurança pública

Renan defendeu a elaboração de uma nova Constituição, sob o argumento de que a atual Carta e os responsáveis por sua criação fracassaram. Ele não apresentou, porém, detalhes sobre a convocação de um processo constituinte nem sobre os trechos que pretende alterar.

Na parte dedicada à segurança pública, o candidato defendeu que policiais atirem contra criminosos armados e rejeitou a classificação dessa posição como radical. Ele afirmou que não aceita uma democracia em que brasileiros fiquem submetidos ao crime organizado e declarou: “Se isso é democracia para vocês, eu não sou um democrata”.

Depois, Renan descreveu o Brasil como uma república democrática e disse que os direitos humanos dos brasileiros precisam ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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