Política

Renan Santos destaca peso de Pernambuco e critica atuação na crise do STF

Em comício em Olinda, candidato disse que o estado é central para sua campanha e questionou a postura de aliados de Flávio Bolsonaro.

Renan Santos destaca peso de Pernambuco e critica atuação na crise do STF
Foto: Reuters/Jean Carniel

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirmou que Pernambuco tem papel estratégico em sua campanha e comparou a importância do estado no Nordeste à de São Paulo no Sudeste. Durante um comício, nesta sexta-feira (4), ele disse que a candidatura “nasceu e renasceu” em Pernambuco.

“O papel de Pernambuco na nossa eleição não é nenhum fogo pequeno. Ele é gigantesco. Ele é colossal”, declarou Renan. O candidato citou a mobilização de apoiadores, a coleta de assinaturas para criar o Missão e o desempenho que afirma registrar no estado como sinais de sua relevância eleitoral. Também disse esperar que o partido eleja deputados federais e estaduais em Pernambuco.

Críticas ao bolsonarismo

No mesmo discurso, Renan acusou o bolsonarismo de adotar uma postura contraditória na crise do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, aliados de Flávio Bolsonaro convocam apoiadores para manifestações com o mote “Fora Moraes”, enquanto procuram integrantes da Corte para diminuir a tensão.

Renan afirmou que o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, teria procurado o ministro Gilmar Mendes para “apaziguar” a situação. Para o candidato, a mobilização prevista para o 7 de Setembro contrasta com as articulações nos bastidores. Ele acusou o bolsonarismo de tratar seus apoiadores como “bucha de canhão”.

A crítica ocorre no contexto da crise no STF. Em abril, Renan já havia dito que Flávio mantinha uma relação de conveniência com integrantes da Corte. Na ocasião, mencionou Gilmar Mendes e Toffoli e afirmou que setores da direita que dizem enfrentar o Supremo acabam “capitulando” diante do tribunal.

Renan também declarou que petistas, bolsonaristas e o Centrão estão envolvidos na crise. Na avaliação apresentada no discurso, esses grupos trocam acusações públicas, mas podem procurar acordos quando enfrentam os mesmos problemas.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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