Política

Presidente da OAB cobra esclarecimentos do STF após relatório da PF

Beto Simonetti defendeu transparência e respostas do Supremo para preservar a confiança nas instituições durante a crise na Corte.

Presidente da OAB cobra esclarecimentos do STF após relatório da PF

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) esclarecimentos sobre a crise envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A manifestação ocorreu neste domingo, 7, em vídeo divulgado no 7 de Setembro.

Simonetti afirmou que a Corte deve apresentar informações de forma objetiva para preservar a confiança nas instituições. “Precisamos de respostas rápidas e claras do Supremo Tribunal Federal, não para enfraquecê-lo, mas justamente para preservá-lo”, declarou.

O presidente da OAB também defendeu que a relação entre instituições e sociedade seja reconstruída quando houver desgaste. Segundo ele, a confiança precisa ser conquistada com verdade, transparência, coragem e isenção. “Nenhuma instituição pode abrir mão da admiração e da confiança da sociedade”, afirmou.

Relatório da Polícia Federal

A cobrança ocorre depois que a Polícia Federal (PF) divulgou um relatório no qual Moraes aparece como interlocutor de Vorcaro em mensagens localizadas no celular do empresário. O documento foi elaborado por determinação do ministro André Mendonça e teve o sigilo retirado na última terça-feira.

A divulgação do conteúdo provocou uma crise no STF. Moraes passou a contestar os procedimentos adotados na apuração e recorreu ao inquérito das fake news para requisitar à PF relatórios de inteligência sobre ministros da Corte. Entre os documentos solicitados estavam materiais relacionados à atuação de Mendonça.

O presidente do STF, Edson Fachin, posteriormente reuniu as duas frentes em um procedimento separado, sob sua condução, e solicitou esclarecimentos às autoridades envolvidas.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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