Eleitores já podem verificar a zona eleitoral e o endereço da seção em que deverão votar nas eleições de 2026. A consulta está disponível desde a última terça-feira (1º/9) no aplicativo e-Título e no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A Justiça Eleitoral recomenda que a conferência seja feita antes do dia da votação, sobretudo por quem pediu transferência temporária ou teve a zona eleitoral alterada. Os registros disponíveis já incluem as transferências solicitadas dentro do prazo estabelecido.
No e-Título, é necessário informar os dados cadastrais na tela inicial. Depois do preenchimento, o sistema mostra o local de votação e a zona eleitoral correspondente. Pelo site do TSE, o serviço está em “Serviços Eleitorais”, na opção “Onde votar”. Nesse caso, o eleitor deve fornecer CPF ou número do título de eleitor, data de nascimento e nome da mãe.
O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Se houver segundo turno, a votação será em 25 de outubro. No pleito, serão escolhidos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. A estimativa do TSE é utilizar 564 mil urnas eletrônicas.
Perfil do eleitorado
Mais de 158 milhões de pessoas estão aptas a votar em 2026, número que supera em 2,3 milhões o registrado em 2022. Esse eleitorado se distribui por 517.206 seções eleitorais, localizadas em 5.571 municípios brasileiros e 186 cidades no exterior.
As mulheres são quase 84 milhões, enquanto os homens somam cerca de 75 milhões. Fora do país, mais de 918 mil brasileiros estão habilitados. O voto é facultativo para 1,6 milhão de jovens de 16 e 17 anos e para quase 17 milhões de eleitores com 70 anos ou mais.
São Paulo concentra 34 milhões de eleitores e lidera entre os estados. Minas Gerais tem 16,3 milhões, e o Rio de Janeiro, 12,8 milhões. Juntos, os três estados reúnem quase 40% do eleitorado brasileiro.








