MADRI — Inaugurado em 2026, o circuito de Madring será a sexta sede diferente do Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1. A pista tem 22 curvas, entre elas a La Monumental, com 550 metros e inclinação de até 24º.
A corrida espanhola entrou no calendário oficial da Fórmula 1 em 1951, no bairro de Pedralbes, em Barcelona. Na ocasião, o vencedor foi o argentino Juan Manuel Fangio, que competia pela Alfa Romeo.
Histórico de sedes
Entre as décadas de 1960 e 1980, o GP passou nove vezes pelo circuito de Jarama, na região de Madri. Montjuic recebeu a prova quatro vezes, enquanto Jerez foi sede em outras quatro oportunidades. A última edição em Jerez ocorreu em 1990.
Depois desse período, Montmeló se consolidou como sede da Fórmula 1 na Espanha. O circuito recebeu a corrida durante 35 anos. Em 2026, porém, a categoria programou o Grande Prêmio de Barcelona-Catalunha em Montmeló e levou o GP da Espanha novamente a Madri, após 45 anos.
Expectativa para o novo traçado
O desenho de Madring chama a atenção dos pilotos pelas curvas de alta velocidade e pela proximidade dos muros. George Russell, da Mercedes, disse que a pista exigirá confiança e recomendou aumentar o ritmo gradualmente: “Só tente ficar longe do muro e vá aumentando a velocidade aos poucos”.
A Fórmula 2 também correrá em Madring no mesmo fim de semana. No treino livre de sexta-feira (11/9), o carro do tailandês Tasanapol Inthraphuvasak, da ART GP, bateu no muro e pegou fogo.
Em agosto, o circuito recebeu testes da Fórmula 3. Durante dois dias de treinos, a bandeira vermelha foi acionada 19 vezes.
A programação prevê o treino livre 3 às 7h30, a classificação às 11h e o GP da Espanha às 10h.








