A jornalista esportiva Joanna de Assis afirmou que reagiu rapidamente à demissão da Globo, onde trabalhou por duas décadas. Ela contou que recebeu a notícia enquanto apurava a negociação de Memphis Depay com o Corinthians e que, depois da conversa, saiu para tomar um cappuccino na padaria.
Joanna disse ter discordado do desligamento, mas descreveu o processo como amigável e maduro. Para ela, a relação com a emissora se encerrou como um casamento que já não funcionava. A jornalista também relatou ter recebido propostas de trabalho nas primeiras horas após a saída e mensagens de carinho e respeito de fontes jornalísticas.
Despedida transformada em publicidade
A ideia de transformar o post de despedida em uma publicidade foi, segundo Joanna, dela. O texto inicialmente lhe pareceu melancólico e incompatível com sua personalidade. Ela decidiu aproveitar a repercussão para transmitir uma mensagem positiva, e afirmou que o retorno financeiro ficou em segundo plano.
A marca Swift foi escolhida porque a jornalista costuma fazer churrasco na varanda com o marido. Ela também relacionou a campanha ao bordão “churrasco”, usado durante sua passagem pelo Globo Esporte. Joanna disse que queria apresentar a saída de uma forma diferente, especialmente para as mulheres.
Sem contrato de exclusividade, a jornalista compara a nova etapa a um casamento aberto, com possibilidade de desenvolver projetos em várias plataformas. Em vez de tirar um período prolongado de descanso, retomou trabalhos que já estavam planejados: dois livros infantis e dois podcasts. Ela também fez uma pausa breve no acompanhamento do futebol.
Expectativa para a seleção feminina
Joanna afirmou estar confiante com a Copa do Mundo Feminina no Brasil e avaliou que a preparação da seleção mudou em relação a ciclos anteriores. Para ela, o técnico Arthur Elias, formado no futebol feminino, terá um ciclo completo à frente da equipe.
A jornalista destacou a renovação do elenco com atletas jovens, sem a retirada da liderança de Marta. Também citou a vitória sobre a Espanha na Olimpíada como sinal de evolução e disse acreditar em uma Copa histórica em casa.








