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UE prepara novos investimentos na Groenlândia durante visita de von der Leyen

Presidente da Comissão Europeia deve assinar declaração com o território autônomo dinamarquês e reforçar apoio do bloco à ilha.

UE prepara novos investimentos na Groenlândia durante visita de von der Leyen

A União Europeia prepara um aumento dos investimentos na Groenlândia para reforçar a segurança no Ártico, afirmou Ursula von der Leyen durante a reunião anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos. A Comissão Europeia propôs destinar 530 milhões de euros à ilha no orçamento para o período 2028–2034, em razão de sua importância geoestratégica crescente na região.

A presidente da Comissão Europeia visita a Groenlândia no domingo e na segunda-feira. Durante a viagem, deverá assinar uma declaração conjunta entre a União Europeia e o território autônomo dinamarquês. Também é esperado o anúncio de mais 200 milhões de euros em financiamento para a ilha.

Disputa sobre o território

A viagem ocorre enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defende que o país assuma o controle da Groenlândia. Desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado, Trump afirma que os EUA precisam da ilha por motivos de segurança nacional e argumenta que, sem isso, ela poderia ser tomada pela China ou pela Rússia.

Em janeiro, von der Leyen e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, divulgaram uma declaração conjunta em defesa da “integridade territorial e soberania”. Os dois também afirmaram que a União Europeia expressava “total solidariedade com a Dinamarca e com o povo da Gronelândia”.

Em maio, Jeff Landry, enviado especial de Trump para a Groenlândia e governador da Luisiana, disse que os Estados Unidos deveriam “recuperarem a sua presença” no território. A declaração foi feita durante a primeira viagem de Landry à ilha desde sua nomeação, em dezembro de 2025.

Presença militar dos EUA

Aos líderes de cinco partidos políticos no parlamento da Groenlândia emitiram, em janeiro, uma declaração conjunta contrária à integração do território aos Estados Unidos ou à Dinamarca: “Não queremos ser americanos, não queremos ser dinamarqueses; queremos ser groenlandeses”.

No auge da Guerra Fria, os Estados Unidos teriam 17 instalações militares e mais de 10 000 soldados na Groenlândia. Atualmente, o país opera uma base: a Base Espacial de Pituffik, a instalação mais ao norte do Departamento de Defesa americano. Segundo a Força Espacial dos EUA, o local é usado para alerta de mísseis, defesa antimíssil e vigilância espacial.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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