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Fluminense contesta arbitragem após vitória sobre o Vasco

Clube reclamou de pênalti não marcado, aplicação de cartões e postura do árbitro durante o clássico carioca.

Fluminense contesta arbitragem após vitória sobre o Vasco
Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense F.C

O Fluminense criticou a arbitragem após vencer o Vasco por 1 x 0, em partida disputada no sábado (5/9). Em nota publicada na manhã deste domingo (6/9), o clube afirmou que o juiz deixou de marcar um pênalti, não adotou critérios uniformes na aplicação de cartões e teve postura inadequada ao discutir com um jogador tricolor.

A principal reclamação envolve um lance com Serna dentro da área. Segundo o Fluminense, Adson puxou o atacante, que estava diante do goleiro Léo Jardim. O clube também citou o momento em que o árbitro Davi de Oliveira Lacerda discutiu fisicamente com Canobbio, que reclamava de uma falta cometida por Santiago Sosa.

“Mais uma vez a arbitragem virou protagonista de um jogo do Fluminense”, afirmou o clube na nota. A equipe também alegou que jogadores adversários já advertidos com cartão amarelo não receberam o vermelho após novas infrações.

Reclamações do clube

O Fluminense declarou ainda que um atleta do Vasco chutou deliberadamente a bola na direção do banco de reservas, com a partida paralisada. Para o clube, o árbitro deveria ter tomado providências diante da situação.

A equipe relacionou as críticas ao jogo anterior do Campeonato Brasileiro, contra o Palmeiras, quando também afirmou que um pênalti claro não foi marcado. O Fluminense disse que os erros não foram reconhecidos em reuniões com a comissão de arbitragem e cobrou mais autocrítica dos responsáveis.

Apesar das reclamações, a vitória sobre o Vasco fez o Fluminense reassumir a 4ª colocação do Campeonato Brasileiro, posição que havia sido ocupada pelo Bahia. O time voltará a jogar na terça-feira (8/9), contra o Platense, pela partida de ida das quartas de final da Libertadores.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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