A pesquisa Nexus/BTG registra empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro nas simulações de segundo turno para a Presidência da República. Flávio aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Lula tem 45%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O resultado inverte o cenário do levantamento anterior, quando Lula tinha 46% e Flávio, 45%. A nova rodada foi divulgada nesta terça-feira (8/9), após entrevistas com 2.002 eleitores realizadas entre os dias 4 e 7 de setembro. O intervalo de confiança é de 95%, e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-06790/2026.
Cenários de segundo turno
Em uma simulação inédita, o escritor Augusto Cury aparece numericamente à frente de Lula, com 45% contra 43%. O presidente também marca 46% diante de Ronaldo Caiado, que soma 43%. Esses três cenários estão dentro da margem de erro e indicam empate técnico.
Lula lidera nos confrontos com Romeu Zema e Renan Santos. O presidente alcança 47% nos dois cenários, enquanto Zema registra 40% e Renan, 39%.
Intenção de voto no primeiro turno
Na disputa de primeiro turno, Lula mantém 39%, mesmo percentual da sondagem anterior, de 31 de agosto. Flávio Bolsonaro passou de 33% para 35%, reduzindo a diferença para quatro pontos percentuais. O resultado também configura empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
Augusto Cury aparece em terceiro lugar, embora tenha recuado de 11% para 9%. Ronaldo Caiado passou de 5% para 4%.
Rejeição dos candidatos
Flávio Bolsonaro tem o maior potencial de rejeição, com 50%, enquanto Lula registra 49%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, os resultados representam empate técnico. Os dois mantiveram as taxas da pesquisa anterior.
Na sequência, Renan Santos aparece com 43%, Romeu Zema tem 42% e Ronaldo Caiado, 36%. Augusto Cury é o candidato menos rejeitado, com 29%.
Entre os entrevistados, 26% afirmam que Flávio é o único candidato em quem votariam. Outros 21% dizem que poderiam escolhê-lo, mas também consideram outro nome. No caso de Lula, 35% afirmam que votariam exclusivamente nele, enquanto 12% também avaliam outro candidato.








