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Motorista é sequestrado e agredido durante corrida em Realengo, no Rio

A Polícia Civil investiga o caso; criminosos levaram o carro, pertences e usaram cartões da vítima após as agressões.

Motorista é sequestrado e agredido durante corrida em Realengo, no Rio
Foto: Reprodução/TV Record

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o sequestro e o roubo de um motorista de aplicativo durante uma corrida em Realengo, na zona oeste, na sexta-feira (4/9). Identificado como Lucas de Araújo, ele relatou ter sido agredido e torturado pelos criminosos.

Segundo Letícia, esposa do motorista, Lucas fazia a última viagem do dia, de Marechal para Realengo, quando dois supostos passageiros entraram no carro. Ao fim do trajeto, um deles pediu acesso à internet do celular para abrir o banco e fazer o Pix da corrida. O suspeito também orientou que o motorista seguisse até uma esquina onde o sinal seria melhor.

Quando Lucas parou no local, dois homens em uma moto se aproximaram e exigiram que ele abrisse a porta. Os passageiros que já estavam no veículo o enforcaram. Em seguida, os homens da moto entraram no carro e deram socos no motorista, que desmaiou.

Ao recobrar a consciência, Lucas estava com o rosto coberto de sangue e tinha as mãos e as pernas amarradas com cabos de telefone. Ele tentou negociar com o grupo, mas foi novamente agredido. Os criminosos apontaram uma pistola para o rosto dele, deram coronhadas em sua perna e o queimaram com pontas de cigarro.

Depois de 40 minutos, a vítima foi jogada do carro em movimento em uma rua de Realengo. Lucas foi atendido no Hospital Municipal Albert Schweitzer e ficou com hematomas no rosto.

Investigação

Além do automóvel, foram levados dois celulares, cartões, um par de tênis e documentos. Os suspeitos gastaram R$ 450 no cartão de débito e R$ 150 no de débito da vítima.

O rastreador indica que o carro foi levado ao Complexo da Pedreira, região dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP). A 33ª DP (Realengos) realiza diligências para identificar os autores e responsabilizá-los criminalmente, informou a Polícia Civil.

“Meu problema maior está sendo meu marido estar sem trabalho, sem o ganha pão dele”, disse Letícia. Ela também pediu pressão para que o veículo seja devolvido.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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