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Lula retoma debate sobre Pix após novo recorde de transações

Sistema registrou 318.073.816 operações em 4 de setembro, enquanto governo voltou a defender a ferramenta após críticas dos Estados Unidos.

Lula retoma debate sobre Pix após novo recorde de transações
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender o Pix neste sábado (5/9), um dia depois de o sistema registrar o maior número diário de transações liquidadas. Durante um ato na cidade, Lula afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer acabar com a ferramenta e sugeriu que ele a utilize para verificar seus benefícios.

O novo recorde foi alcançado na sexta-feira (4/9), quando o Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), do Banco Central, contabilizou 318.073.816 operações. As transações movimentaram R$ 186,89 bilhões, com média de R$ 587,58 por operação.

A marca anterior havia sido registrada em 5 de dezembro do ano passado. Naquela data, foram liquidados 313.339.828 Pix, em operações que somaram R$ 179,93 bilhões. O valor médio por transação foi de R$ 574,24.

O Pix também esteve entre os motivos citados em junho para a aplicação, pelos Estados Unidos, de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A investigação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) afirmou que atos, políticas e práticas adotados pelo Brasil, ao longo de décadas, teriam prejudicado o comércio norte-americano ao favorecer “injustamente” produtores brasileiros diante de concorrentes dos Estados Unidos.

Defesa do sistema

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu o Pix após a divulgação do relatório. Para ele, a implementação da ferramenta trouxe ganhos para quem oferece e para quem utiliza o serviço, além dos setores público e privado. “Produziu benefícios para a sociedade como um todo e isso é reconhecido internacionalmente”, afirmou.

No ato em São José do Rio Preto, Lula também disse: “Agora nós vamos querer dominar essa história de inteligência artificial. Não quero ficar dependendo da China nem dos Estados Unidos. Nós queremos inteligência artificial em português”.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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