Política

Cury propõe escolha do comando da PF por lista votada por delegados

Candidato do Avante também recebeu apoio pessoal de Paulinho da Força e falou sobre pesquisas e correção de bens declarados.

Cury propõe escolha do comando da PF por lista votada por delegados
Foto: Divulgação/Campanha de Augusto Cury

Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência, defendeu que o diretor-geral da Polícia Federal seja escolhido a partir de uma lista tríplice votada pelos delegados da corporação. Pela proposta, o presidente da República escolheria um dos três nomes mais votados.

A declaração ocorreu nesta terça-feira (8), durante ato na capital paulista em que Cury recebeu o apoio pessoal de Paulinho da Força, presidente nacional do Solidariedade. O posicionamento veio após a ordem do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para afastar Andrei Rodrigues da direção-geral da PF.

Cury afirmou que a Polícia Federal deve atuar como uma instituição de Estado e criticou a influência do Executivo. “O Brasil precisa ser passado a limpo”, disse o candidato, ao defender que a corporação não seja associada a partido, nome ou sigla.

Apoio e propostas de campanha

Paulinho declarou apoio a Cury como pessoa física, porque a federação formada pelo Solidariedade com o PRD decidiu manter neutralidade na disputa presidencial. O deputado disse buscar uma alternativa à polarização e afirmou ter afinidade com Cury na defesa de uma pacificação nacional.

Os dois também mencionaram a discussão sobre a escala 6x1. Cury disse ser favorável ao formato 5x2, com possibilidade de ajustes para setores mais afetados pela mudança.

O presidente nacional do Avante, Luís Tibé, afirmou que a adesão de Paulinho ocorre em um momento importante da campanha. Segundo Tibé, Cury tem avançado nas pesquisas apesar da estrutura limitada do partido e da necessidade de ampliar sua presença entre os eleitores.

Pesquisas e declaração de patrimônio

Cury afirmou ter marcado 10% em uma pesquisa Quaest na semana passada e 8% nesta semana. Mesmo assim, disse que ainda não chegou ao limite de seu desempenho nos levantamentos.

O candidato também informou que sua campanha providenciou a retificação da declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral. Ele havia deixado de incluir empresas nas quais tem participação e disse que as partes omitidas representam menos de 0,5% de seu patrimônio.

Até o início da noite de terça-feira, as alterações ainda não apareciam no painel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Escritor, médico psiquiatra e palestrante, Cury declarou patrimônio de R$ 242,2 milhões nesta eleição.

Texto produzido pela Redação Horizonte do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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